Propriedades terapêuticas das cores:
Vermelho: Dá energia e vitalidade. Estimula o sangue e libera adrenalina. Combate resfriados sem febre. Dispensa o cansaço e ameniza dores reumáticas.Alaranjado: Tonifica, combate a fadiga, estimula o sistema respiratório e fixa o cálcio no organismo. Aumenta o otimismo.
Amarelo: Estimula o sistema nervoso central, contribui para a regeneração de problemas ósseos, bom para prisão de ventre, potencializa o fósforo e o sódio. Estimula o intelecto.
Verde: Favorece o equilíbrio hormonal, estimula órgãos digestivos, tem ação refrescantes e anti-infecciosa. Alivia a insônia.
Azul: Calmante, analgésico, indicado nas infecções com febre. Atua no sistema nervoso, vasos, artérias e todo o sistema muscular. Combate o egoísmo e traz a harmonia.
Índigo: Ação coagulante. Atua diretamente na corrente sangüínea. Usado em casos de ferimentos e sangramentos em geral. Estimula os cincos sentidos e a intuição.
Violeta: Ação calmante e purificadora do sangue. Elimina toxinas e estimula a produção de leucócitos. Bom nos casos de pneumonia, tosse seca, asma, irritação da pele e dor ciática. reduz medos e angústias, diminui a irritação.
Efeito das cores...
Branco: Pureza, paz e virtude
Vermelho: Paixão
Amarelo: OuroLaranja: Alma humana
Verde: Natureza/ Mata/ Saúde
Azul: Espiritual
Violeta: Devoção e energia
Rosa: Amor
Preto: Isolamento
Marron: Terra
Algumas dicas para as cores da roupa ...
Branco: vista branco quando estiver necessitando de paz, calma e sentir necessidade de estar limpo, puro.
Vermelho: vista vermelho quando precisar de coragem, força de vontade; quando sentir necessidade de atrair alguém. É um estímulo sexual e é muito atraente.
Amarelo: quando necessitar o tonificar o sistema nervoso, para estimular a intuição e atrair dinheiro.
Laranja: para obter sucesso monetário.
Verde: para ganhar presentes, para diminuir seu stress.
Azul: para obter harmonia, paz e tranqüilidade.
Violeta: Para buscar inspiração e imaginação.
Rosa: para encontrar a felicidade e obter a simpatia.
Preto: elegância e afastar invejosos.
Marrom: é bom evitar usar roupas desta cor.

Adaptado do livro "Diário de Magia - Manual de Esoterismo" de J. Dellamonica, Editora Madras.

O significado dos números...

Um - representa a unidade, o poder criador, independência, liberdade. Corresponde à letra A.
Dois - é o desdobramento da unidade. Um é ativo, dois é passivo. Um é o ser, dois é o reflexo, a dualidade. UM é Deus, dois é a Natureza. Letra B.
Três - é o resultado do encontro das duas polaridades anteriores, do masculino e do feminino. É a manifestação, a Trindade, a forma, o Absoluto. Letra G.
Quatro - a estabilidade, a matéria, o equilíbrio. Letra D.
Cinco - o quinto elemento, o Espírito, a Estrela de Cinco Pontas, o homem, a cabeça e quatro membros, atração. Letra H.
Seis - Harmonia, estrela de Davi, o Selo de Salomão, dois triângulos entrelaçados, o equilíbrio entre a matéria e o espírito; estética esensibilidade.
Sete - 1+6: a unidade em equilíbrio; 2+5: a ciência desenvolvendo a inteligência; 3+4: a forma em harmonia. Sete representa o poder criador, o número esotérico por excelência, o número da perfeição, o número sagrado,o coroamento de um ciclo.
Oito - o dobro de quatro,reforço, estabilidade, matéria.
Nove - três vezes o número três, energia, expansão, criação, poder.
Dez - a eternidade, a Divindade, o retorno ao Um.
Onze - é o Um repetido. Dez mais Um: número mágico de muita força, controle. Número que, mal utilizado, pode ser negativo.
Doze - harmonia perfeita; doze meses do ano; doze signos do Zodíaco; doze filhos de Jacó; doze discípulos de Jesus e de Krishna.

J. Dellamonica, Editora Madras

Atlântida - O Continente Perdido

Atlântida - O Continente Perdido
A Tradição Antiga nos diz que, situada no Oceano Atlântico, exatamente entre o Continente Africano e as Américas, existiu um dia uma grande massa de terra que foi um dia tragada pelo mar em fúria. Deve-se ao grande filósofo PLATÃO a disseminação velada dessa que se torna, a cada dia que passa, uma certeza cada vez mais aceita.
O filósofo relata nas suas obras, TIMEU e CRÍTIAS, a narrativa de tal conhecimento a SOLON por parte de um sacerdote egípcio.
Em 590 antes da era cristã, o legislador SOLON ouviu de um sacerdote egípcio a história do desaparecimento de Atlântida. Como não pode divulga-la na Grécia, por problemas políticos, confiou-a ao bisavô de Platão, que transmitiu o relato de geração em geração.
O sacerdote relatou que situada no oceano havia uma ilha diante das Colunas de Hércules, maior do que a Líbia e a Ásia juntas, da qual poder-se-ia passar para outras ilhas. Nesta ilha, a ATLÂNTIDA, reis muito poderosos eram detentores do integral domínio sobre outras terras e povos então existentes, desde o Egito até a região que seria a atual Europa.
Após uma longa descrição de outras maravilhas, o ancião egípcio relatou como a infeliz raça atlante que outrora fora boa e construtiva perdera a sua porção divina devido a freqüentes com os mortais, predominando por conseguinte o caráter humano, desta forma sendo infectada pelas cobiças e também pelo desejo de dominar.

Extraído do livro “Nas Fronteiras do Desconhecido” de Sérgio O Russo - Ediouro

Oração Rosa Cruz

Não mais Luz, Senhor, Vos peço,
Mas olhos para ver a existente,
Nem canções mais doces; mas, se o mereço,
Ouvidos para ouvir o Som presente.

Nem mais forças, mas apenas como usar
O divino poder que já possúo;
Nem mais amor, mas o dom de transformar
Num gesto de carícia um esgar de amúo.

Nem mais alegria, Senhor, mas sim sentir
No meu íntimo a sua cálida presença,
Para poder aos demais distribuir
Quanto tenho de coragem e bem-querença.

Não mais dádivas, amado Deus, Vos peço,
Mas apenas o saber e a inspiração
De espalhar à minha volta com sucesso
As que tenho a transbordar do coração.

Infundi-me todos os temores para que os domine,
E todas as santas alegrias, para as conhecer,
A fim de ser o amigo certo que desejo ser,
E para que a chama da Verdade eu dissemine;

Sendo capaz de à pureza amar, e à bondade,
Para elevar com toda a alma e energia
Até à luz da mais perfeita liberdade
As demais almas, num empíreo de harmonia.

Tradução pelo Probacionista da Fraternidade Rosacruz António de Macedo

As Minas do Rei Salomão


Quando Salomão ascendeu ao trono, Israel tinha tudo para se tornar a mais poderosa nação do Oriente Próximo. O Egito e a Babilônia, as maiores potências da época, se encontravam debilitadas devido a problemas internos e a discensões políticas. As pequenas nações vizinhas não mais apresentavam grandes problemas devido às ações de Saul e Davi. Toda esta situação era muito favorável aos judeus e Salomão não deixaria escapar esta oportunidade, e assim o fez.
Dividiu seu império em províncias administrativas, fez construir estradas e entrepostos comerciais nos lugares mais distantes.
Salomão foi hábil o bastante para manter a paz em seu país por quarenta anos, formar o que talvez tenha sido o exército mais poderoso da história judia, e firmar acordos que muito lhe valeram, como o firmado com Hirã, rei de Tiro. Apesar de todo o poder de seu exército, Salomão preferia "comerciar a guerrear".
Com o acordo firmado com Hirã, cujo reino ficava na Fenícia, se fez possível construir um templo, que era um de seus sonhos, e uma numerosa esquadra comercial que, segundo hoje se sabe, navegava por todo o Mediterrâneo, visitando também a Cornualha, no sul da Inglaterra, a Índia e o litoral atlântico da África. A Bíblia nos dá uma idéia da plenitude deste comércio marítimo:
"Então foi Salomão a Asiongaber, e a Ailat, à praia do mar Vermelho, que é a terra de Edom. E o rei Hirã lhe mandou por seus vassalos naus, e marinheiros práticos do mar, e foram com a gente de Salomão a Ofir e de lá trouxeram ao rei Salomão quatrocentos e cinqüenta talentos de ouro… E os servos de Hirã, com os de Salomão trouxeram também ouro de Ofir, e madeiras de tino, e pedras de sumo preço: das quais madeiras fez o rei os degraus da casa do Senhor, e no palácio real, e as cítaras, e os saltérios dos músicos. Nunca se viram na terra de Judá madeiras semelhantes. … E o peso do ouro, que todos os anos se trazia a Salomão, era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro" (2 Par. VIII, 17; IX, 10-13).
A exploração destas minas distantes fornecia ao rei os metais de que precisava, principalmente largas quantidades de cobre e ouro. Após a morte de Salomão, porém, Israel e Tiro entraram em rápida decadência, esmagados por inimigos externos e disputas internas. O tráfico naval foi interrompido e os entrepostos coloniais entregues à própia sorte.
Poucas colônias, como Cartago, prosperaram e sobreviveram. As outras foram abandonadas, e entre elas, estava Ofir, a misteriosa cidade africana onde operários vindos de Tiro extraíam ouro para o rei Salomão.
Vestígios de uma imponente cidade-fortaleza foram encontrados por exploradores modernos em plena selva africana, a apenas 300 quilômetros de Sofala. Suas construções nos lembram o estilo fenício. Hoje, após diversas escavações e exaustivas pesquisas, acredita-se ter sido ali a fabulosa Ofir.
Suas ruas, muralhas e depósitos apresentam uma técnica de construção típica dos fenícios, ou seja, sem ligadura de cimento. Outro fator interessante e que parece corroborar com a crença de ter sido esta a cidade perdida de Ofir, é que o desenho do pássaro com asas abertas, idêntico ao que faziam os fenícios em outras cidades por eles construidas, foi encontrado nessas ruinas. Também foram encontradas nas proximidades, ruinas análogas menores, que os naturais chamam pelo nome de Zimbabye ou Zimbabwe, que significa "casa real" ou "casa de pedra".
O que mais surpreendeu os descobridores foram as minas de ouro abandonadas encontradas nas imediações. Minas estas com galerias e ferramentas com o puro estilo fenício e fornos onde o metal extraido era fundido em barras. Suas galerias conduzem a um rico veio aurífero o qual apesar de ter bastante explorado, ainda conserva praticamente intacta sua fabulosa reserva. Alguns estudos realizados por estatísticos, baseados em dados e documentos históricos bastante sérios, calculam que o valor do ouro que dali saiu para os cofres de Salomão chegou a 2 milhões de libras esterlinas.
Esta foi, provavelmente, uma das minas de Salomão, mas existem muitas outras esperando para serem descobertas.
Bibliografia:
- Grandes enigmas da humanidade, Editora Vozes – Luiz C. Lisboa & Roberto P. de Andrade; - The land of Hotu Matu'a - pe. Sebastian Englert